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Expo Ilhota Linha do Tempo

  • 1847

    63 colonos belgas encontram-se estabelecidos na Colônia Belga.  

    2181
  • 1850

    Início do projeto de colonização alemã em Blumenau. 

    Indústrias têxteis de vestuário, calçados e tecidos são implantadas pelos imigrantes alemães. 

    2182
  • 1850

    A Colônia Belga de Santa Catharina compõe-se hoje de um certo número de indivíduos (59 homens, 23 mulheres e 57 crianças) que vivem da lavoura. 

    Fonte: Carta da Legação Belga ao Ministro Secretario d'Estado dos Negócios Estrangeiros, de 28 de abril de 1850. 

    2183
  • 1851

    Início da colonização de Joinville.  

    2184
  • 1851

    Em julho, a Colônia Belga conta com 163 colonos repartidos em 52 famílias, 21 viúvos ou solteiros e 63 crianças; 13 colonos tinham 63 animais de chifres, 7 estavam instalados e equipados para a fabricação de açúcar e farinha de mandioca; 10 cultivam 1.000 braços e 29 trabalham como diaristas. 

    2185
  • 1852

    De 20 até 30 de outubro, Ilhota sofreu de uma grande enchente.  

    2186
  • 1855

    De 17 até 19 de novembro, Ilhota sofreu de novo de uma grande enchente.  

    2187
  • 1856

    Chegada de mais belgas a Ilhota, entre eles August, Karel e Melanie Maebe e August Verplaetse, a convite de Louis Maebe.    

    2188
  • 1857

    Dom Pedro, o primeiro barco a vapor da Marinha do Brasil, navega pelo rio Itajaí-Açu.

    2189
  • Expo Ilhota Capa Livro Lallemant

    1858

    Encontrei na antiga “Colônia Belga” um povoamento de colonos satisfeitos entre belgas, alemães e brasileiros, atraídos pela fertilidade das terras e pela localização geográfica da localidade escreve o médico e explorador alemão Robert Avé Lallemant no seu livro “Viagens pelas províncias de Santa Catarina, Paraná e São Paulo”.  

    Na falta de estradas até a costa, o comércio era realizado com uma escuna de Lebon pelo Rio Itajaí- Açu, até a sua foz.  

    2190
  • Ilhota Rio Itajaí-Açu em 1858

    1858

    Arquivo Nacional – Rio de Janeiro

    No "Mappa hidrográfico dos rios Itajahy-Assú, Itajaí-Merim e Luíiz Alves e seus affluentes, na província de Santa Catharina, comprehendendo o 1º território das terras devolutas na mesma província levantado por Carlos Rivierre, Eng° nos anos de 1858 e 1859" achamos os seguintes migrantes belgas (rio acima)

    1. Gustave Lebon
    2. Alexandre Sands (Alexandre Desanders, filho de Ignace Desanders)
    3. Seu de Canning (Leo de Coninck)
    4. João Bapt. de Canning (Jean Baptiste de Coninck, filho de Leo de Coninck)
    5. Castelling (Charles François Casteleijn) que tinha um engenho de açúcar
    6. Luiz Maber (Louis Maebe)
    7. Henrique de Gand (filho de Leonard Degand)
    8. Leandro de Gand
    9. Adriano van de Goth (Leonard van der Gucht?)
    10. Henriq. Plancke
    11. Carl. Vandale (Charles Louis van Daele)
    2191
  • 1859

    Criação do município de Itajahy pela lei n. 464, de 04 de abril.  

    2192
  • 1860

    Início da colonização das cidades de Brusque e Príncipe D. Pedro e início da colonização de Indaial.  

    2193
  • 1860

    O cônsul da Bélgica, Henry Schutel, recebe de Van Lede no dia 26 de abril, uma procuração oficial que lhe dava poderes para vender, arrendar ou contratar as suas terras.   

    2194
  • 1861

    Início da colonização da cidade de Gaspar.

    2195
  • 1861

    Encontrei 38 famílias com mais de 200 pessoas no local da antiga colônia, todos abastados e já, em grande parte, participantes da comunidade comentou o explorador suíço Johann Jacob von Tschudi.  

    2196
  • 1861

    Chega da Bélgica no Rio de Janeiro, no dia 29 de novembro, o vapor César com Leo de Coninck, trazendo parentes da família Maes, que se estabelecem em Ilhota.  

    2197
  • Expo Ilhota Aviso Schutel

    1863

    O Despertador – Ano I – 3 de junho de 1863 n° 49

    Henry Schutel, como procurador de Van Lede, publica nos jornais um aviso que os colonos não têm direito de propriedade das terras.  

    2198
  • 1864

    Em setembro, Ilhota sofreu de uma grande enchente.

    2199
  • 1867

    Luiz  Hostyn escreveu, no dia 22 de fevereiro, uma carta ao  Consul da Bélgica residente em Santa Catarina, pedindo proteção contra uma pessoa que invadiu sua terra.  

    Ilustríssimo Senhor Consul da Bélgica

    Itajaí 22 de fevereiro de 1867

    Tenho a honra de participar a V.S. para me fazer a justiça, que costuma fazer sempre para com seus súbditos, pois sendo colono do Cavalheiro Van Lede, e tendo este me entregado uma data de terras demarcadas, acontece que agora apresenta-se la em meus cultivados um intruso, que não é colono, roçando e estragando meus arvoredos ocorrendo mais que eu fui um dos colonos que cumpri com o trato, e nada devo nem me foi pedido e portanto espero na alta proteção de V.S. que dará as providencias que julgar necessárias a tal respeito, Acolhendo esse intruso para não continuar a trabalhar nos ditos terrenos, pois eu sou casado e tenho numeras a família para sustentar e estou esperando as providencias pedidas, o indivíduo chama-se Antº de [Cleiti].

    De V.ª  S.ª  att.º [V. das  e C.]

    Luiz Hostin.

    2200

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Lei de Incentivo à Cultura, apoio e patrocinadores

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Agradecemos as empresas pelo patrocínio da exposição “A colônia belga e seus descendentes no Vale do Itajaí”, projeto aprovado pela Lei Rouanet.

O curador da exposição é Marc Storms, coordenador do "Patrimônio belga no Brasil". Ela foi elaborada com a Associação Ilha Belga e é apoiada pelo Embaixador da Bélgica, Sr. Patrick Herman, o Cônsul Geral da Bélgica para São Paulo e região Sul, Sr. Matthieu Branders, o Cônsul Sr. Thomas Maes e o Sr. Jeroen Servaes, Cônsul Honorário em Florianópolis (SC).

Os textos da exposição são de autoria de Marc Storms, a partir de pesquisas bibliográficas e iconográficas, que orientou a seleção das imagens e a concepção expográfica. Ana Starling da Bizu [estúdio e editora] desenvolveu o design gráfico da exposição. Sueli Ana dos Santos, presidente da Associação Ilha Belga, coordenou os vídeo-depoimentos que foram gravados e editados por Raul Neves e sua equipe da TV Gaspar. Daniel Hostins, vice-presidente da Associação Ilha Belga, coordenou as pesquisas em relação às árvores genealógicas. Alessandro de Oliveira Amadeu da CQS/FV Advodagos coordenou a assessoria e orientação em clearance jurídico. Rafael Aleixo cuidou da contabilidade.